domingo, 5 de maio de 2013

URANIUM FILM FESTIVAL 2013

por: Beatriz Albuquerque


Em tempos de ameaças internacionais nucleares o Rio apresenta mais uma vez o carioca, autêntico de Santa Tereza, “Uranium Film Festival” de 16 a 26 de maio. Em sua terceira edição, o festival internacional de filmes sobre energia nuclear pretende continuar estimulando novas produções independentes, informando sobre as consequências da radiotividade e difundindo a mensagem “Somente quando se conhece o perigo pode preveni-lo”.
Com mostras itinerantes de sucesso em Berlim, Lisboa, Porto e em grandes cidades na Índia e Brasil, o “Uranium Film Festival” ou “Urânio em Movi(e)mento” está com vários projetos previstos. Marcia Gomes de Oliveira, fundadora e diretora executiva divulgou que já existem convites para outros destinos como EUA mas que primeiro realizarão a 3ª edição do festival aqui no Rio.
A première do filme dirigido por Kazunori Kurimoto, “Terra proibida, Fukushima”, será a primeira das 9 estréias mundiais, com sessão às 17h na quinta dia 16 deste mês. São 52 películas de 20 países, entre documentários, animações e filmes de arte-experimental.

O acidente ocorrido em Goiânia no ano de 1987, com Césio-137, que fez vítimas fatais por conta de um aparelho de radioterapia dentro de uma clínica abandonada, é um lembrete do quão próximo todos estamos desse perigo e o quanto somos desinformados. Foram expostas ao efeito do césio, 112.800 pessoas.


Então vamos ao festival! Em seguida uma seleção comentada do imperdível neste evento.
Domingo dia 26 de maio às 15:30 os fundadores da Associação Hibakusha Brasil pela Paz estarão fechando com chave de ouro o último dia de festival. Formada pelos sobreviventes das bombas atômicas residentes no Brasil a associação divulga o filme "O Sino de Angelus" expondo aos brasileiros a covardia das bombas.
Para obter a programação completa consulte o site http://www.uraniumfilmfestival.org.


Fechando a semana, a animação “Parque de diversões brilhantes” conta em seus 10 min. uma aventura por um mundo encantador que esconde muitos segredos, os quais podem levar a catástrofes horríveis, sua première acontece no segundo dia de evento, sexta dia 17 às 15 h.
Sábado (18) às 15 horas, “Casa de Repouso Atômica” fará sua première mundial. Dirigido por Katsumi Sakaguchi o longa registrou a vida cotidiana em uma casa de repouso para sobreviventes do bombardeio em Nagasaki.
Domingo dia 19 haverá a première da ficção futurista dirigida por Cole Larsen, “Urânio - Dupla felicidade” às 15 horas.
A première mundial do brasileiro “Caetité, sofrimento cinzento” dirigido por Laura Pires e Aléxis Góis terá exibição na quinta (23) e sexta (24), às 15 horas. Aproveitando o dia de evento super construtivo, destaca-se a sessão às 18:30 com o filme “Iraque: As crianças sacrificadas de Falluja”. Esse filme trata das consequências de uma polêmica batalha onde os civis e as convenções de armas das Nações Unidas foram totalmente ignoradas. Recordando outra notícia, a batalha também foi usada como temática para a criação de “Six days in Fallujah”, um jogo de guerra que pretendia ser super realista usando os militares sobreviventes como fonte para sua criação. A empresa Atomic Games foi contratada antes da batalha para elaborar um jogo que servisse de treinamento para os marines. O batalhão em questão foi enviado para a segunda batalha de Falluja e ao retornarem, em conjunto com a empresa, começaram o projeto do game. Devido ao conteúdo polêmico e a pressão do governo e envolvidos, o jogo nunca foi lançado.
Quarta (22) é vez da première do longa alemão “Estômago de Tóquio” às 17 horas e do curta sobre as crianças que não podem ter uma vida normal em Fukushima, chamado “Abita. Crianças de Fukushima”.
Na quinta (23) e sábado (25) às 15 horas será a première mundial do curta indiano “Alta Voltagem” e o filme suéco-brasileiro “Tem césio no meu sangue” estará nas telas às 17 horas do sábado.

"O festival não só mostra filmes sobre a problemática de gerar energia nuclear e mineração de urânio que é o combustível das usinas e bombas nucleares. O festival também estimula a discussão neutra sobre este assunto em toda a sociedade, trabalhadores, estudantes, donas de casa, jornalistas, cineastas, artistas, sindicalistas. Por que todos nós somos afetados com os acidentes de Chernobyl, Goiânia e Fukushima. E também porque todos nós pagamos por isso, em nossa conta de luz e impostos", explica o diretor geral do festival e jornalista alemão Norbert G. Suchanek.
INFORMAÇÕES:

3º Festival Internacional de Filmes sobre Energia Nuclear - Uranium Film Festival
De 16 a 26 de maio de 2013
Local: Auditório da Cinemateca do Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Avenida Infante Dom Henrique 85 - Parque do Flamengo
Ingressos Cinemateca
R$ 6,00 Inteira \ R$ 3,00 Maiores de 60 anos e estudantes
Classificação Indicativa: consulte a programação.
Como chegar
Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont
Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul
Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438 (Leblon), 154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte
422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel), 401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste
Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras. 309 (Central). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Metrô: Estação Cinelândia
Estacionamento: Pago no local 7h - 22h
Acesso a deficientes: O MAM dispõe de duas cadeiras de rodas, rampas de acesso, elevadores e sanitários especiais nos Salões de Exposição.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Claes Oldenburg um POP em transformação

Navegando pela Folha de São Paulo nesta manhã de 22 de abril, tive o prazer de ler uma reportagem publicada por Blake Gopnik no "The New York Times" a respeito de "Claes Oldenburg: A Rua e a Loja", exposição do artista inaugurada dia 14 deste mês no Museu de Arte Moderna de Nova York.

Spoonbridge and Cherry

O suéco Claes chegou em Chicago expondo uma arte consideravelmente diferente do que a que lhe deu fama. Mas enfim, falar que esta fama não tem relação com suas primeiras obras é descabido. Sem estas mais sombrias e revoltadas, expostas e tendo a devida atenção que receberam na década de 60, nada do que veio de POP colorido, desafiador e provocador teria existido. Foi uma transformação conveniente e compreensível num momento em que segundo Blake Gopnik "Ele foi exposto a essa energia urbana exatamente na hora certa, quando as abstrações vistosas de Jackson Pollock e Franz Kline já pareciam cansadas, mas ninguém sabia o que viria depois".

Dropped Cone
Entendemos essa diferença analisando a instalação "Instantâneos da Cidade", Oldenburg se vestiu de trapos como um mendigo e se contorcendo no meio do lixo finalmente retira dele uma arma de papelão e imita o suicídio. Não foi muito bem recebido. Causava um desconforto muito grande principalmente na década de 60 e se tratando de uma situação comum nas ruas do mundo todo. Infelizmente alguns extremistas torciam para que os mendigos catando o lixo tivessem esse mesmo destino e a "alfinetada" de Oldenburg havia sido dada.

As obras posteriores se transformaram até alcançarem a monumentalidade e configurarem POP Art em todos os aspectos. Estas são algumas das minhas imagens favoritas da arte de Claes. Hoje o artista "se transforma" novamente e estão expostas em Nova York obras de seu lado mais obscuro.



por: Beatriz Albuquerque

sexta-feira, 29 de março de 2013

Apresento ovos que estão REALMENTE caros nessa Páscoa


Na última semana circularam imagens nas redes sociais protestando contra o aumento abusivo no preço de ovos de páscoa, chegando a 6,42% em comparação com o ano passado. A dica muito válida dos internautas é trocar ovos por barras ou bombons. Mas com isso o simbolismo e a graça de trocar ovos na páscoa se perdem. A anos combinei com meus parentes que um bombom tá bom e a intenção é o que vale rs.. Mas lembrando a infância e a caça aos ovos que alegravam a semana santa, questionei em alguns aspectos essa medida.

No embalo, apresento aos leitores ovos que realmente estão caros nesta páscoa:

Justin Tallis/AFP
Para começar, um ovo fossilizado de ave extinta será  leiloado na Christie's, com o valor estimado entre 23,6 mil euros (cerca de R$ 60 mil) e 35,4 mil euros (cerca de R$ 91,5 mil), segundo divulgou nesta quarta-feira (27) a agência americana Associated Press. A ave-elefante também conhecida como vorompatra, em comparação a um ovo de galinha, é 100 vezes maior. Mas nem é achocolatada! Segundo o "New York Times" sua extinção deve ter sido decorrente de ações humanas.

Outros ovinho que aceito como presente nessa páscoa é o Fabergé. Feitos entre 1885 e 1916 por encomenda da Corte Imperial Russa. Na ocasião era costume dos cidadãos presentear os mais próximos com ovos de galinha pintados a mão, comemorando uma semana tão especial para os cristãos ortodoxos quanto o Natal.
Stan Honda/AFP
Diz-se que em 1885 Peter Carl Fabergè, joalheiro das famílias mais ricas da Rússia, recebeu uma encomenda do czar Alexander III, que queria presentear sua mulher, a Imperatriz Marie Fedorovna, com um presente de Páscoa luxuoso. Afinal, os ovos já eram decorados artesanalmente. Estes apenas receberiam "singelos" toques de ostentação tipicamente czariana. Como por exemplo o primeiro dos 50 elaborados por Fabergé, que consistia em uma imitação da casca comum que se abria revelando várias surpresas, camada a camada. As últimas  duas, uma réplica feita em diamante da corroa e um pingente de rubi em forma de ovo estão perdidas ainda pelo mundo não dividindo as salas disputadas de leilões com os 42 exemplares encontrados. Chegaram a ser arrematados por R$ 36 milhões aproximadamente.

Fabergé, após o assassinato da corte e da Revolução Russa em 1917, ficou desaparecido por muitos anos e teve todos os bens confiscados perdendo também o direito de confeccionar peças que levassem seu nome. Hoje suas bisnetas voltaram a tradição que deu renome a família e montaram lojas nas metrópolis mais luxuosas do mundo, caso interesse a algum excêntrico de plantão rs ;}

Mas enfim.., sem negar os 6,42% abusivos de aumento, isso é que é ovo de páscoa caro.


por: Beatriz Albuquerque  






terça-feira, 26 de março de 2013

Imagina sem OSCAR? Imagina sem VFX? Imagina...

Muito divulgadas e compreensíveis até certo ponto, são as críticas negativas ao OSCAR, mas enaltece-lo por questões sólidas não é tão comum. Digo sólidas, porque não é o foco deste texto tecer comentários sobre os vestidos “MARA” das celebridades, nem sobre escândalos "bafônicos" pré e pós festa e muito menos sobre a grandiosidade do evento em si e sua audiência fenomenal. Tópicos que rendem muito, mas são “fluídicos” dentro da solidez da indústria cinematográfica. O ideal não é falar, já falando, sobre as críticas favoritas às premiações: a pequena lista de filmes concorrendo, sem desmerecê-los, que se repete em cada categoria premiada mesmo com uma quantidade muito maior de produções com ‘cara de OSCAR’ rodadas mundo a fora; os filmes ‘Blockbusters’ por si só e é claro a insistência em certos atores e implicância com outros.

O OSCAR 2013 como todo bom e velho, sim velhinho completando 85 anos, gerou polêmica e comoção em torno de temas relativos ao mundo da sétima arte. Quando não é uma crise econômica ou uma questão bélica e política que moldam ligeiramente, ou nem tanto, o teor da premiação. Afinal o mercado está todo conectado, não é por menos que fazer filme é fazer parte de uma indústria, cinematográfica, que como tal precisa de uma gama de serviços das mais diferentes áreas.

O OSCAR é importante por dar legitimidade a produção feita no ano, como um certificado de qualidade que divulga ao público não-cinéfilo o que foi produzido e quem estava participando para tornar isso tudo possível. Mas ele é realmente fundamental como fomentador de lançamentos. Sejam estes relativos às novas tecnologias digitais e de efeitos visuais incríveis ou roteiros fora do comum e atuações e direções bombásticas. O que justifica termos tantos filmes bons que se arriscam e inovam em algum quesito, lançados por volta de dezembro. Mas porque se arriscar? Porque risco e inovação somados a investimento resultam em filmes com “a cara do OSCAR”. Tudo isso é incentivo à sétima arte. Porque sem investimento não tem lançamento.

E por falar em investimento, “Life of Pi” levou muitas estatuetas para casa mas a empresa ‘Rhythm & Hues’ responsável pelos efeitos visuais levou apenas um prejuízo. A polêmica interessante neste ano foi o discurso de Bill Westenhofer, Guillaume Rocheron, Erik-Jan De Boer e Donald R. Elliott, premiados na categoria Efeitos Visuais por “Life of Pi”, cortado logo quando falavam sobre as dificuldades passadas pela empresa. Ser cortado durante o agradecimento é praxe e independe do que se está falando. Mas isso acabou se tornandou um argumento em prol de resultados na crise VFX (visual effects), que aqui no Brasil, fez as imagens de fundo verde ocuparem os perfis das redes sociais.


Analisando o OSCAR o ponto forte foi esse, pois foi o ponto além das maravilhas que sempre acontecem na premiação. Os premiados foram maravilhosos, os concorrentes maravilhosos, o lugar maravilhoso, a audiência maravilhosa, os vestidos “MARA”, e por ai vai como há 85 anos têm sido. Parabéns OSCAR por ser um avô polêmico e maravilhoso até hoje. Agora, imagina sem o OSCAR?

A quem interessar segue o discurso original. Comovente se pensarmos o contexto de toda equipe premiada:

“The irony is not lost on any of us up here that in a film whose central premise is to ask the audience what they believe is real or not real, most of what you see is, well, it’s fake. That’s the magic of visual effects. I want to thank Gil Netter and Elizabeth Gabler and all those at Fox and Fox 2000 for realizing that sometimes it takes a risk to make something special. And LIFE OF PI was a risk worth taking. To our director, Ang Lee, you were an inspiration and you made it an incredible journey for all of us. To David Womark, Mike Malone and Tommy Fisher for making a wave tank that kept us from having to go out to the real ocean and John Kilkenny for inviting all of us to the party in the first place. to my family for all the sacrifices they made, Gabrielle I love you so much, to my children: Christopher, Thomas, Alexander and Samantha thank you for inspiring me every day, my mom and dad thank you for telling me to do any crazy career choice I wanted. Finally, I want to thank all the artists who worked on this film for over a year, including Rhythm & Hues. Sadly Rhythm & Hues is suffering severe financial difficulties right now. I urge you all to remember….”
AAAAAND CUT!              



por: Beatriz Albuquerque


domingo, 11 de setembro de 2011

Bienal do Livro 2011

Encerra hoje a Bienal do Livro 2011, deixando saudades para os leitores e/ou compradores de livros compulsivos, para os milhares de estudantes que zoaram o plantão, para as famílias e só. Porque realmente, para valer a pena fiquei das 18 as 22hs garimpando, negociando e malhando a toa com o peso dos livros. Quando descobri a óbvia existência do guarda-volumes era tarde demais para meus braços magrelos.

Valeu o passeio como disse uma amiga.

Valeu também descobrir que não custa nada barganhar, funciona.

Um livro de História da Arte de r$45 já com desconto me saiu por r$36. Encontrei uma coletânea enorme de críticas de arte da Folha de São Paulo por 10 reais! E por ai vai, mas tenho certeza de que se não estivesse focada 100% em achar essas coisinhas, teria levado só um guia de viagens e andado muito.


sábado, 10 de setembro de 2011

"Este peixe não é meu"

"Este peixe não é meu", disse Mira Schendell segundo Ronaldo Brito em palestra agora no Instituto Moreira Salles.

A vernissage da exposição "Mira Schendell pintora" de curadoria da maravilhosa Maria Eduarda Marques (minha professora, qnts pts ganhei? rsrs) foi um sucesso. Contando com a presença do genial artista que está expondo hoje no MAM, José Resende, na mesa redonda.

A exposição aborda este lado da quase pintura desta Mira vanguardista que se interessava mesmo era pelo processo criativo, pelo "fazer arte". Sua arte não era "sua" afinal.

Apesar de ter se falado sobre o interesse de Mira na matéria que constitui suas obras, na matéria-prima e em seu desligamento às referências pictóricas, vi ali em algumas obras, Rothko de cima a baixo. Claro, que com o toque Mira. Assim como Ronaldo Brito viu Klee.

Dentro desse contexto a ótima pérola da noite foi lançada por José Resende, parafraseando um colega das artes: "Em arte quem não tem pai é filho da puta". rs. Pura verdade não é?

A exposição deixa um gostinho de quero mais, são apenas dois ambientes mas por um lado isso é bom, afinal, assim podemos apreciar com mais atenção seus trabalhos.
Recomendo, mas com a mesa redonda e a vernissage em geral, foi inigualável.



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Sexta-feira 9/9 cheia de opções

Weissmann?
Morar mais por menos?
Bienal?
Pier Mauá e um muitinho de arte?
Ou uma boa noite de sono ótima para quem está com a garganta inflamada?

Não há tempo para sono neste fim de semana.. Bienal já vai terminar..

Então ficam registrados os planos futuros e dicas:

1- Ótimo site com informações sobre a expo do Weissmann que não termina neste fdsemana! Ufa..

http://guiadecidades.terra.com.br/pe/arte-e-cultura-exposicao-obras-de-franz-weissmann-sao-expostas-na-pinakotheke-cultural-en-rio-de-janeiro

2- "Vampiros não existem" (jura? rss) disse Anne Rice na Bienal do Livro que termina este domingo dia 11, no Rio Centro. Mas realmente, com essa febre vampiresca o que não faltam são exagerados.

Enfim, Bienal lá vou eu.. Abaixo link com entrevisa dessa escritora brilhante e original na sua época.

http://www.bienaldolivro.com.br/noticias/na_integra/407/‘Vampiros-não-existem’,-diz-a-escritora-Anne-Rice

3- 8ª edição carioca do "Morar mais por menos" parece valer uma visita aqueles que irão morar mais por menos de fato. O que não é o meu caso atualmente, portanto, passo. Ao menos por enquanto, afinal, ficará no "ar" até 9 de outubro. Ainda mais depois da dolorosa entrada = r$ 30 ! Não sei se depois de torrar na Bienal restará algum centavo este mês.

Decidido: Morar mais.. Só mês que vem.

Segue site com imagens do evento: http://casaeimoveis.uol.com.br/album/morarmaispormenos_rj_2011_album.jhtm

4- Marrrravilha.. A maior feira de artes plásticas já realizada no Rio encerra dia 11! :(

Corre!!

ARTRIO
08 a 11 de setembro de 2011
Local: Píer Mauá (Armazéns 2 e 3) – Av Rodrigues Alves 10 - RJ
Horário de visitação: do meio-dia às 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (para estudantes, mediante apresentação de carteira, e para maiores de 60 anos).
Formas de pagamento: dinheiro, cheque ou cartões de crédito e débito.


5- Agora diga lá...pra quê dormir????
:/