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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dieta da Futilidade

PARTE I:

Nenhum dia é igual ao outro.

As oportunidades vão mudando e as pessoas também, até chegarmos ao ponto em que percebemos óbvios caminhos totalmente distintos ou fingimos que um deles nem está ali, pra seguirmos sem pestanejar o outro.

Embriagar-se com o sucesso é falha certa. Se precaver demais também. Esquecemos as vezes de subir degrau por degrau e corremos o risco de tropeçar. O que precisamos é aprender a andar na corda bamba sem medo, olhar pra baixo, pro que já foi e não menosprezar, porque podemos voltar para aquele lugar. Conquistar o sucesso sem nada a esconder ou sem esconder nada. Porque quando isso acontece aqueles que te cercam, te sustentam e você não cai.

PARTE II:
Não dá pra comer pão e arrotar caviar.

Sabe aquela frase veeeeeelha "Diga-me com quem andas e eu te direis quem és"?

Então, não dá pra sair do pé sujo pro gourmet sem pensar. Essa dieta da futilidade é bem abrangente e reestrutura sem erro vários aspectos da vida; vale em relação aos objetos e as pessoas. Andar com pessoas fúteis te torna fútil. Parece óbvio? É fácil falar não é? Então repare. O seu salário provavelmente não é o mesmo de 5 anos atrás. Os lugares que frequenta também não são os mesmos. As pessoas com quem convive não são todas as mesmas. E isso quer dizer que tudo mudou para melhor? Por um lado sim, claro! Por outro, você certamente perdeu ao invés de agregar.

O erro é priorizar o que não merece. É optar por algo e esquecer de outros. É conquistar o novo e esquecer do velho.

Ganhar minimizando, não somando.




terça-feira, 18 de maio de 2010

Humildade


Escrito em 20/12/2008

Difícil tema para se abordar é a virtude – ou não virtude para alguns poucos – humildade.

Não vou perder tempo explicando etimologicamente o que significa, até porque hoje em dia é só procurar no Google e se não tem no Google é porque não existe rs.

Essa virtude, muito discutida por filósofos e psicanalistas é, a meu ver, a mais complexa de todas. Em algumas discussões esse tema é essencial. O que leva alguém a ser efetivamente humilde é um tanto quanto variável, já que depende de circunstâncias específicas, certas ocasiões. Entretanto, identificar quem está sendo humilde, não é difícil, é algo facilmente observável nessas tais ocasiões. Como seres humanos que somos, fica mais fácil observar a presença de uma virtude pela ausência do antônimo desta. Assim sendo, para que alguém não seja arrogante, deve ser despojado (humilde?). Para que não seja insubordinado aos superiores, deve ser obediente e conhecedor do seu lugar (humilde?). Para que não se engane acreditando em sua força e superioridade, deve assumir fraquezas e inferioridades, deve ser humilde.

A partir do momento que se compreende uma fraqueza e inferioridade diante de alguma coisa ou alguém, é que se passa a construir algo em prol de um crescimento. Já que pela lógica, quem acredita ser imbatível, perfeito, fruto de um ego exagerado, aparentemente não conhece o sentido da evolução e sem aspirações nada se modificaria, continuaríamos a engatinhar. O primeiro passo de um bebê é sua busca por igualdade diante de algo superior, é a noção de humildade a partir do reconhecimento da sua inferioridade. Caso contrário o que há é uma estagnação que em vista da evolução de outros vira uma decadência medíocre.

Por isso a humildade é tão complexa e tão importante. Só quem a busca e é ciente de que não a domina reconhece os fatos com clareza e tranqüilidade vivenciando situações e conhecendo pessoas que servem de exemplo, de ícones para passar “do primeiro passo para uma maratona”.

O que entra na questão da diferença entre invejar e admirar ,essa é uma linha tênue que separa o egoísta do altruísta:

“Inveja é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos.”

O invejoso deseja o que é do outro por isso acaba menosprezando o que deseja, por não possuir se engana acreditando que aquilo não seja necessário ou que não faça parte da sua personalidade.

“Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.”

Explicando a estagnação dos arrogantes, daqueles que não enxergam suas fraquezas e não entendem a abrangência da humildade.

“Entretanto, a inveja não é uma característica intrínseca do gênero humano ela é fruto do egoísmo (o que significa que ela não existe instintivamente, naturalmente mas sim quando o indivíduo é dotado de egoísmo e é por consequência disto que ela se expressa), em uma sociedade concorrencial. A inveja é um produto social e histórico, sentimento esse arraigado no capitalismo, no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria a arma dos incompetentes.”


As vezes é libertador colocar no "papel" o que voa pela minha mente. Espero que tenham gostado.

Beatriz Albuquerque

Fwd. Nem sempre é ruim..

16/3/2009

Tá ai um que trasmite muito bem um ponto de vista saudável sobre a vida.



"VOCÊ É FELIZ ?

Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: - Seu marido a faz feliz? Ele a faz feliz de verdade? Neste momento, o marido levantou seu pescoço,demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro 'NÃO', daqueles bem redondos! "- Não, o meu marido não me faz feliz!" (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima). "- Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz." E continuou: "- O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável. Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza. Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai. Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos. Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."

Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém o tenha machucado, magoado, mesmo que alguém não o ame ou não lhe dê o devido valor."

(autoria desconhecida)